Arquivo | Caderno Literário

Nos botequins do Rio de Janeiro

Encontrei o Botequim de bêbado tem dono (2008) em um estande na Bienal deste ano e, assim que vi o livro escrito por Moacyr Luz e com incríveis ilustrações de Chico Caruso, não tive dúvida de que ele iria para a minha estante. As crônicas que tratam dos vinte e cinco bares apresentados combinam humor […]

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A literatura brasileira no Carnaval

O desfile da Unidos de Padre Miguel neste ano, belíssima homenagem a Ariano Suassuna – escritor falecido em julho do ano passado –, foi mais um dos tantos exemplos da literatura brasileira no Carnaval. Essa relação entre a literatura e as escolas de samba passou a ser feita com a exigência de temáticas nacionais nos […]

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Herói de Nossa Gente

Foi brincar Carnaval, em 1975, o “herói de nossa gente”. Deitado em sua rede, viu a águia portelense voar entre as árvores da floresta brasileira. Sabemos de sua história por causa do papagaio que conhecia suas frases e seus feitos e tudo revelou ao homem que ficou para nos contar. Mário de Andrade acocorou-se em […]

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A estrutura narrativa de “Vidas Secas”

Com a temática da seca e um estilo sintético porque também seco, o romance Vidas secas, de Graciliano Ramos, demonstra isomorfia entre forma (estilo) e conteúdo (temática). Nessa perspectiva, a exploração de uma escrita “a palo seco”, como se vê na poesia de João Cabral, constitui a completa estrutura do livro. Cada parte da narrativa […]

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Cruz e Sousa, poeta simbolista

Cruz e Sousa, nascido em Santa Catarina, transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1890 e começou a trabalhar na Folha Popular, jornal em que foram reunidos, pela primeira vez, os poetas representantes do movimento simbolista. Esse grupo de poetas, liderado por Cruz e Sousa, era contrário ao Realismo, ao Naturalismo e ao Parnasianismo, correntes já […]

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Machado de Assis, um sujeito político

O “bruxo do Cosme Velho”, denominação atribuída a Machado de Assis por Drummond, foi considerado pela crítica um homem apolítico e despreocupado com as questões sociais de seu tempo. No entanto, um escritor que produziu crônicas por quase cinquenta anos, a meu ver, não poder ser visto como escapista ou indiferente a aspectos históricos, tendo em vista […]

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Paulo Honório, descrito pela ausência de descrição

A literatura pode muito dizer mesmo quando não explicita graficamente a mensagem, utilizando a coerência e a interpretação como suporte para o entendimento completo de algo que se mostra implícito. É a partir dessa perspectiva que conhecemos o narrador-personagem de São Bernardo, romance de Graciliano Ramos, nos primeiros “dois capítulos perdidos” do livro. Em verdade, […]

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A crônica esportiva de Nelson Rodrigues

Bem se sabe que Nelson Rodrigues tem uma rica produção, considerando seu trabalho, em diferentes campos de atuação, como escritor, dramaturgo e jornalista. Atendo-se às suas crônicas, por exemplo, ele constrói, por meio do envolvimento entre os fatos jornalísticos e a recriação do real – aspecto marcadamente literário –, personagens que se tornam próprios de […]

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João Cabral, uma poesia a palo seco

João Cabral de Melo Neto, poeta nascido no Recife, é associado cronologicamente à geração de 45 do Modernismo brasileiro, mas, em verdade, suas características destoam das que normalmente definem tal momento literário. Contrário ao sentimentalismo poético e defensor de uma poesia escrita ‘a palo seco’, ele produz com exatidão e objetividade e, por isso, ocupa um […]

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Ariano Suassuna e a possibilidade de um país real

Diante de uma realidade que permite a compreensão de dois Brasis, um referente à valorização de sua própria essência e outro relacionado ao desconhecimento da mesma, pode-se entender aquilo que Machado de Assis apontou, em crônica de 18 de dezembro 1861, como País Real e País Oficial. Para ele, o primeiro é “bom e reserva […]

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