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Nesta quinta feira a coluna da jornalista Raphaele Ambrosio trata sobre o aborto sob os aspectos médicos e psicológicos, bem como apresenta alguns dados sobre o tema. O tema já foi abordado outras duas vezes, em 2011: pela coluna Bissexta (a favor) e por este editor (contra). A área de comentários está aberta à opinião dos leitores sobre o tema.

Aborto e suas possíveis consequências

Com a vinda recente do Papa Francisco, muito foi falado sobre o uso da pílula anticoncepcional e o aborto. Há quem defenda a prática, mas há quem torça o nariz e ‘bata de frente’ com a igreja por conta de tais doutrinas e pensamentos. Mas.. Você sabe bem os riscos que um aborto pode causar?

O aborto é a interrupção de uma gravidez não desejada, em alguns casos; e em outros, quando há má formação do feto. Ele pode ser espontâneo ou induzido. Há mulheres que descobrem problemas de saúde apenas na gestação e com isso, a perda do bebê é inevitável. Mais da metade dos casos de interrupção gestacional espontânea acontecem por má formação do embrião, em sua genética.

Já no aborto induzido, a situação já muda de figura. A mãe recorre ao método por não desejar a gravidez. Existem formas caseiras para isso (chás, remédios, entre outros métodos) que, por incrível que pareça, são as mais procuradas. Mas também existem clinicas, em sua maioria ilegais, para o procedimento. Essa escolha oferece riscos a saúde da mulher, chegando até, em alguns casos, levar a óbito.

E a situação é séria: a cada três dias, uma mulher morre por causa de aborto induzido mal feito. No final da década de 90, no Brasil, foram 3,58 mortes para cada 100.000 nascidos vivos. Estimula-se que foram, no mínimo, 50 mil mulheres levadas a óbito, sendo três mil meninas na faixa de 10 a 14 anos. Embora o aborto, realizado adequadamente, não implique risco para a saúde até as 10 semanas, o perigo aumenta progressivamente para além desse tempo. Quanto mais cedo for realizado, menores são os riscos existentes à saúde da mulher.

Entre as complicações do aborto destacam-se as hemorragias, infecções e evacuações incompletas, e, no caso de aborto cirúrgico, as lacerações cervicais e perfurações uterinas. Estas complicações, muito raras no aborto precoce, surgem com o passar do tempo. Quanto mais tarde o aborto for realizado, pior. Se nos dias seguintes à intervenção a mulher tiver febre, com temperatura superior a 38ºC, perdas importantes de sangue, fortes dores abdominais ou mal-estar geral acentuado, deve procurar, imediatamente, um hospital.

Todas as clinicas que realizam esse procedimento têm de estar equipadas e prontas para qualquer imprevisto, saber reconhecer as complicações do aborto, com equipe treinada para lidar com elas, ter, até, equipamentos típicos de UTI, ambulância a disposição, caso alguma coisa possa sair do controle. Não há evidência de que um aborto sem complicações tenha implicações na fertilidade da mulher, provoque resultados adversos em gravidezes subsequentes ou afete a sua saúde mental.

O procedimento é doloroso e sujeito a complicações sérias, porque nem sempre o útero consegue livrar-se de todos os tecidos embrionários. As membranas que revestem a bolsa líquida são especialmente difíceis de eliminar. Sua persistência na cavidade uterina serve de caldo de cultura para as bactérias que subiram pela vagina, provocando hemorragia, febre e toxemia.

No Brasil, a menos que a mulher tenha sido vitima de estupro ou corra risco de morte se levar a gestação adiante, o aborto é proibido por lei. Isso vem levantando vários debates país afora. Existem grupos de discussões, fora a doutrina da igreja católica que é, severamente, contra a prática. Porém, existe no país uma situação em que o aborto pode ser concedido legalmente, sendo relativo à gestação de feto com graves e irreversíveis anomalias físicas ou mentais, como anencefalia; desde que haja o consentimento do pai, e atestado de pelo menos dois médicos. Isso independente da posição da igreja.

O fato é que ninguém é a favor de fato do aborto. Nenhuma mulher e sua família querem passar por tal situação, interromper uma vida. Mas como diz o ditado “a ocasião faz o ladrão“ e é seguindo isso que muitas mulheres recorrem a essa prática. O ideal é que haja um controle, uma forma contraceptiva, para não expor a saúde da mulher a riscos, esses que podem até ser irreversíveis.

Consequências psicológicas a que a mulher pode estar sujeita:

  • Sentimentos de remorso e culpa;
  • Oscilações de ânimo e depressões;
  • Choro imotivado, medos e pesadelos.
  • Queda na autoestima pessoal pela destruição do próprio filho;
  •  Frigidez (perda do desejo sexual);
  •  Aversão ao marido ou ao amante;
  •  Culpabilidade ou frustração de seu instinto materno;
  •  Desordens nervosas, insônia, neuroses diversas;
  •  Doenças psicossomáticas;
  •  Depressões;
  •  O período da menopausa é um período crucial para a mulher que provocou.

Consequências psicológicas na família:

  • Problemas imediatos com os demais filhos por causa da animosidade que a mãe sofre;
  • Agressividade dos filhos e medo destes de que os pais se separem;
  • Sensação de que a mãe somente pensa em si.

E por fim, o que os médicos podem sofrer ao realizar um aborto em uma paciente:

  • Estados patológicos que se manifestam em diversas formas de angústia, sentimento de culpa, depressão, tanto nos médicos quanto na equipe auxiliar, por causa da violência contra a consciência;
  • Os abortos trazem conseqüências profissionais ao pessoal médico envolvido, porque a profissão do médico é a de salvar a vida, não a de destruí-la.

Pregnant Woman

One Reply to “Saúde e Batom – “Aborto e suas possíveis consequências””

  1. eu fui abusada sexualmente por alguem que eu nuca conheci e nunca vou pode conhecer eu tava sozinha em casa derepente um homem entrou dentro de casa e me levou no quarto e abusou de mim como eu era virgem senti muitas dores quando ele penetrava em mim.
    eu naoconsegui ver o rosto dele porque ele usa mascara no rosto entao eu fiquei com medo de gritar e ele me matar depois de um tempo ele continuo a vi na minha casa quando eu ficava sozinha ele me mandava le beijar ,le fazer caricias se eu nao fizesse ele me batia mais nao deixava eu ver o rosto dele ele metia algo no meu resto pra que eu nao visse o rosto dele nunca eu morria de medo de tirar aquilo do meu rosto e ver o rosto dele que ele acabasse me matando entao eu so fazia o que ele me pedia.
    depois de 6 meses eu engravidei dele contei pra ele mas ele disse que nao queria ter o bebe me mandou pra mim aborta eu fiquei desesperada morria de vergonha que as pessoas soubessem que eu fui estrupada de eu sair na rua e todo mundo olha pra mim e me oerguntar voce foi violentada entao decide aborta chorei muito eu sempre fui contra o aborto alem disse aborto e contra a minha religiao mais eu tambem nao queria ter um filho de alguem que eu nao conheco e ser mae solteira ter que sofrer preconceito pela minha familia e amigos.
    abortei fui ao hospital aqui na Inglaterra como eu tava gravida de 6 semanas tive que fazer o procedimento medico com comprimidos fiz o aborto o pior de tudo e que a minha tia descobriu do meu aborto como eu tive que viver o dia todo no hospital ela ficou preocupada comig eu contei pra ela que eu tava com hemorragia e por isso to hospital so que ela nao acreditou disse e me disse voce tava gravida e fez um aborto e pegou no telefone e contou pra todo mundo foi o pior momento da minha vida eu so choro quando as pessoas que pergunta cada o pai da crianca que voce abortou eu nao tenho palavras pra dizer porque eu nao sei quem me estrupou eu nao sei quem foi eu nao sei como comeca explica o que eu passei eu nao sei como dizer que eu fui abusada por alguem que eu nunca vi o rosto e nunca vou poder ver ninguem me entende porque que eu abortei e facil levantar e julgar o outro toda mulher quer ter seu filho nehuma mulher quer engravida e tiarar o seu proprio filho uma coisa que as pessoas tem que entender ha situacao na vida que a gente e obrigada a tomar decisoes como essa.
    se eu falar fui abusada ninguem vai acreditar em mim eu sei que as pessoas tao a pensar que eu sou uma prostituta um monstro mais eu nao sou o que as pessoas tao a pensar eu posso ter abortado mais eu tenho sentimentos.
    Eu sei o que eu fiz foi errado eu sei que eu matei uma vida dentro de mim que nada que nada justifica o que eu fiz eu sei que abort e um assassinato de um ser inocente mais se a mulher foi foi estrupada eu acho que ela nao e obrigada a ter a crianca.
    eu sei que muitos vao me julgar ,me criticar eu to sofrendo muito por isso aborto e algo que traumatiza pra toda vida e sempre a mulher que sofre as consequencias do aborto a minha historia e muito trizte.
    so quem passou por isso sabe a dor e o sofrimento eu to envitando ver bebes,nao prefiro nao mexer nesse assunto nao quero tocar no meu passado e nao quero que os meus pais saibam o que eu passei porque e muita dor eu nao quero que eles sintam a dor que eu to a sentir ,me sinto muita deprimida,meu auto estima em baixa nao tenho mais vontade de viver me sinto culpada de tudo que me aconteceu so to viva porque ainda respiro e um sentimento que culpa que eu vou te que carregar pra toda vida e uma culpa que me impede de ser feliz.
    qualquer mulher que tiver a passar pelo que eu to a passar eu to desposta a oferecer ajuda psicologica ajuada no que eu puder porque nao e facil passar por isso.

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