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Dando sequência à série sobre os critérios para a classificação das modalidades dos Jogos Olímpicos do Rio em 2016, vamos aos últimos esportes – veja aqui as demais partes (primeira, segunda e terceira),

RUGBY

Federação Internacional: IRB

Voltando ao programa dos Jogos Olímpicos, o rugby será disputado por 12 Seleções Masculinas e 12 Femininas. O Brasil já está garantido nas duas competições. O critério de seleção é o mesmo nos dois casos. Os quatro primeiros colocados na temporada 2014/15 no Mundial de Rugby Sevens (a Grã-Bretanha teve que designar previamente seu representante na busca por uma vaga, visto que três filiados à URB – Inglaterra, Escócia e  País de Gales compõem o país, e o primeiro conquistou as vagas) se classificaram, bem como os campeões continentais e o campeão do Pré-Olímpico. No masculino e no feminino, resta conhecer os classificados via pré-olímpico.

Classificados – Masculino: Brasil (BRA), Fiji (FIJ), África do Sul (RSA), Nova Zelândia (NZL), Grã-Bretanha (GBR), Argentina (ARG), Estados Unidos (USA), França (FRA), Japão (JPN), Austrália (AUS) e Quênia (KEN).

Feminino: Brasil (BRA), Nova Zelândia (NZL), Canadá (CAN), Austrália (AUS), Grã-Bretanha (GBR), Colômbia (COL), Estados Unidos (USA), França (FRA), Quênia (KEN), Fiji (FIJ) e Japão (JPN).

SALTOS ORNAMENTAIS

Federação Internacional: FINA

Os saltos ornamentais se dividem em oito provas, quatro de cada gênero – trampolim de 3m masculino, trampolim de 3m feminino, plataforma masculino, plataforma feminino, trampolim de 3m sincronizado masculino, trampolim de 3m sincronizado feminino, plataforma sincronizado masculino e plataforma sincronizado feminino. O Brasil tem direito de, ao todo, levar quatro homens e quatro mulheres aos Jogos. Cada país pode ter no máximo oito competidores por gênero, sendo que pode ter até dois participantes nos saltos individuais e uma dupla nos sincronizados. Nas provas sincronizadas, a qualificação é simples: os países dos três primeiros colocados no Mundial de Kazan indicam uma dupla, bem como os quatro primeiros na Copa do Mundo de Salto Sincronizado de 2016, chegando assim ao número de oito duplas.

Nas provas individuais, ganham direito de uma cota para os Jogos os países dos 12 primeiros colocados no Mundial de Kazan, bem como os dos campeões Continentais e dos 18 primeiros na Copa do Mundo de Nado Sincronizado. A FINA ainda concederá vagas adicionais através dessa competição até que se chegue ao número de 34 competidores.

iris singTAEKWONDO

Federação Internacional: WTF

O taekwondo é disputado em oito categorias e a qualificação para nove das vagas por categoria se dá por eventos qualificatórios continentais de 2016. São quatro categorias masculinas – até 58kg, entre 58 e 68kg, entre 68 e 80kg e acima de 80kg – e quatro femininas – até 49kg, entre 49 e 57kg, entre 57 e 67kg e acima de 60kg. Todas elas são disputadas por 16 lutadores e o Brasil pode escolher duas provas masculinas e duas femininas para garantir um atleta. Nas que o Brasil preterir, haverá um convite para que se preencha a última vaga. Vale lembrar que um país pode ter apenas um lutador por categoria.

A forma de qualificação para os outros 15 lutadores não tem qualquer variação de uma categoria para a outra. Tal como na maioria dos esportes, as cotas conquistadas pelos atletas vão para o país, que escolhe quem será o seu representante. Ganharão cotas os seis primeiros no ranking olímpico de dezembro de 2015 e os dois primeiros de de cada campeonato continental, com exceção da Oceania, que tem apenas uma vaga. Vamos aos classificados.

Até 58kg masculino: Kim Tae-hun (KOR), Farzan Ashourzadeh (IRI), Rui Bragança (POR), Levent Tuncat (GER), César Rodríguez (MEX) e Si Mohamed Ketbi (BEL).

Entre 58 e 68kg masculino: Lee Dae-hoon (KOR), Alekesey Denisenko (RUS), Jaouad Achab (BEL), Saúl Gutierrez (MEX), Servet Tazegul (TUR) e Joel González (ESP).

Entre 68 e 80kg masculino: Mehdi Kohdabakhshi (IRI), Aaron Cook (MDA), Lutalo Muhammad (GBR), Albert Gaun (RUS), Tahir Guleç (GER) e Cheick Cissé (CIV).

Acima de 80kg masculino: Dmitriy Shokin (UZB), Radik Izayev (AZE), Sajjad Mardani (IRI), Anthony Obame (GAB), M’Bar N’Diaye (FRA) e Cha Dong-min (KOR).

Até 49kg feminino: Wu Jingyu (CHN), Lucija Zaninovic (CRO), Yasmina Aziez (FRA), Panipak Wongpattanakit (THA), Iris Silva (BRA) e Kim So-hui (KOR).

Entre 49 e 57kg feminino: Jade Jones (GBR), Eva Calvo (ESP), Hedaya Malak (EGY), Mayu Hamada (JPN), Huang Yun-wen (TPE) e Ana Zaninovic (CRO).

Entre 57 e 67kg: Haby Niaré (FRA), Elin Joahansson (SWE), Chuang Chia-chia (TPE), Oh Hye-ri (KOR), Anastasia Baryshnikova (RUS) e Nur Tatar (TUR).

Acima de 67kg feminino: Zheng Shuyin (CHN), Milica Mandic (SRB), Bianca Walkden (GBR), Jackie Galloway (GBR), Gwladys Épangue (FRA) e María Espinoza (MEX).

gettyimages-460999578_1TÊNIS

Federação Internacional: ITF

O tênis é disputado em cinco modalidades: simples masculino, simples feminino, duplas masculinas, duplas femininas e duplas mistas. O critério de classificação é de certa forma parecido com o do golfe. As chaves de simples terão 64 tenistas, enquanto as de duplas terão 32 duplas. A exceção são as duplas mistas, que terão 16 duplas. Cada país pode ter no máximo seis homens e seis mulheres, sendo no máximo quatro por evento de simples e duas duplas nas demais competições.

O critério de classificação é simples: os 56 primeiros no Ranking da ATP, no caso do masculino, e da WTA, no feminino (as Associações dos Tenistas Profissionais que cuidam dos torneios de tênis) se classificam diretamente, respeitando, claro, a cota descrita anteriormente. Outras seis vagas serão concedidas pela ITF, baseando-se no Ranking, nessa ordem de prioridades: caso o Brasil não tenha nenhum tenista entre os 56, o melhor brasileiro se classifica; caso um ou mais dos seis Continentes não tenha um representante na lista, o melhor de cada um dos que estão fora se classifica; se ainda sobrar alguma vaga, os tenistas em atividade que já foram Medalha de Ouro em Jogos Olímpicos ou venceram um Grand Slam (os quatro principais torneios – Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open) se classificam – essa cota será dada para no máximo dois tenistas; se as vagas ainda não forem preenchidas, os dois melhores tenistas cujos países ainda não tenham representantes em torneios de simples se classificam. A ITF ainda convidará outros dois homens e duas mulheres ao seu bel-prazer.

Nos torneios de duplas de apenas um gênero, os 10 melhores no ranking individual das duplas terão o direito de convidar um parceiro da mesma nacionalidade para a disputa. Outras 14 duplas serão formadas de maneira um pouco diferente: os rankings de simples e duplas se unem e os 14 melhores escolhem um jogador do mesmo país para a disputa. As últimas oito vagas obedecerão as mesmas prioridades dadas pela ITF na disputa de simples, porém usando o ranking combinado e excluindo a regra dos campeões olímpicos e de Grand Slam.

Nas duplas mistas, os 12 tenistas melhores ranqueados escolhem um parceiro do sexo oposto e do mesmo país. As últimas quatro vagas serão pelo critério de prioridades da ITF, tal como nas demais duplas.

TÊNIS DE MESA

Federação Internacional: ITTF

O tênis de mesa se divide em simples masculino, simples feminino, por equipes masculino e por equipes feminino. Há uma limitação de três homens e três mulheres por país, sendo que cada país pode ter apenas um time de três jogadores nas duas provas por equipes e dois mesa-tenistas em cada disputa de simples. O Brasil tem um mesa-tenista garantido em cada uma das disputas de simples (e um time confirmado tanto no masculino quanto no feminino) e estas também terão um atleta convidado.

A disputa de simples terá 64 homens e 64 mulheres. Destes, 40 serão escolhidos pelos seus continentes: seis para a África (quatro pelos Jogos Africanos em setembro de 2015 e dois pelo Pré-Olímpico de Fevereiro de 2016), 11 para a Ásia (todos no Pré-Olímpico de Abril de 2016), 11 para a Europa (um pelos já realizados Jogos Europeus e 10 pelo Pré-Olímpico de abril), seis para a América Latina (uma assegurada pelos Jogos Pan-Americanos e cinco no Pré-Olímpico de Abril), três para a América do Norte (todas no Pré-Olímpico de abril) e três para a Oceania (todas no Pré-olímpico de março). As outras 22 vagas virão do ranking olímpico contado de janeiro a maio.

Já na disputa por equipes, serão 32 times em ambos os casos. Os 22 primeiros times do ranking olímpico se classificam, sendo que devemos ter obrigatoriamente um de cada Continente. As outras nove vagas serão dadas na seguinte prioridade: países que tenham dois atletas nas disputas de simples (se forem mais de nove, vale o ranking); se sobrarem, as demais vagas irão para os países que tenham representantes na disputa de simples, com ordem de chamada pelo ranking.

Classificados – Simples Masculino: Dimitrij Ovtcharov (GER), Hugo Calderano (BRA), Wang Jianan (CGO), Omar Assar (EGY), Khalid Assar (EGY) e Quadri Aruna (NGR); Simples Feminino: Li Jiao (NED), Jennifer Wu (USA), Han Xing (CGO), Nadeen El-Dawlatly (EGY), Dina Meshref (EGY) e Olufunke Oshonaike (NGR);

Por equipes masculino: Brasil (BRA); Por equipes feminino: Brasil (BRA);

TIRO COM ARCO

Federação Internacional: WA

O tiro com arco é disputado em quatro categorias diferentes: individual masculino, individual feminino, por equipes masculino e por equipes feminino. As disputas por equipes envolverão 12 times. O Brasil está classificado, bem como os outros oito primeiros colocados do Mundial de 2015. As últimas três vagas virão do Pré-Olímpico, que deve ser disputado em 2016.

Os atletas que disputarem a competição por equipes automaticamente se classificam para a disputa individual e seus países não podem mais classificar ninguém. Os demais países podem ter apenas um competidor por gênero. Três homens e três mulheres serão convidados. Em cada competição serão 64 arqueiros, o que deixa 25 vagas em aberto. Os países dos oito primeiros colocados no Mundial de 2015 poderão indicar um competidor. Os melhores nos Pré-Olímpicos continentais cujos países ainda não tenham arqueiros se classificam e os países dos dois seguintes também ganham uma cota (na Oceania, há apenas uma cota). As últimas três vagas ficam reservadas para o Pré-olímpico mundial.

Classificados – Por equipes masculino: Brasil (BRA), Austrália (AUS), China (CHN), Itália (ITA), Coreia do Sul (KOR), Holanda (NED), Espanha (ESP), Taipé Chinesa (TPE) e Estados Unidos (USA); Por equipes feminino: Brasil (BRA), China (CHN), Colômbia (COL), Geórgia (GEO), Índia (IND), Japão (JPN), Coreia do Sul (KOR), México (MEX) e Rússia (RUS).

tiro esportivoTIRO ESPORTIVO

Federação Internacional: ISSF

O tiro esportivo é uma modalidade dividida em 15 categorias, com o número de vagas entre parênteses: carabina de ar 10m masculina (12), carabina de ar 10m feminina (20), carabina três posições 50m masculina (17), carabina três posições 50m feminina (18), carabina deitado 50m masculino (17), pistola de ar 10m masculina (19), pistola de 10m feminina (18), pistola tiro rápido 25m masculino (12), pistola 25m feminina (17), pistola 50m masculina (15), fossa olímpica masculina (17), fossa olímpica feminina (13), skeet masculino (17), skeet feminino (13) e fossa double masculina (10).

Todas as disputas terão classificados através de vários eventos qualificatórios (alguns inclusive já ocorreram). Os atletas ganham vagas para os países, que indicam os competidores. Na pistola 50m masculina, na pistola tiro rápido 25m masculina, na pistola de ar 10m masculina, na fossa olímpica masculina, no skeet masculino, na carabina de ar 10m feminina, na pistola 25m feminina, na fossa olímpica feminina e no skeet feminino o Brasil tem vaga garantida. 24 atletas serão convidados, o que pode estourar o número previsto de atletas por categoria. Alguns países já anunciaram seus representantes.

Carabina três posições 50m masculino: Toshikazu Yamasita (JPN) e Mattwew Emmons (USA).

Carabina deitado 50m masculino: Michael McPhail (AUS), Cassio Rippel (BRA) e Torben Grimmel (DEN);

Pistola 50m masculino: Tomoyuki Matsuda (JPN);

Pistola tiro rápido 25m masculino: Keith Sanderson (USA);

Pistola de ar 10m masculino: João Costa (POR) e Felipe Almeida Wu (BRA);

Fossa olímpica masculino: Roberto Schmitis (BRA), Edward Ling (GBR) e Glenn Kable (FIJ);

Fossa double masculino: Walton Eller (USA), Steven Scott (GBR), Tim Kneale (GBR) e Sean Nicholson (ZIM);

Skeet masculino: Renato Portela (BRA), Vincent Hancock (USA), Jesper Hansen (DEN), Marcus Svensson (DEN) e Stefan Nilsson (SWE);

Carabina três posições 50m feminino: Jennifer McIntosh (GBR);

Carabina de ar 10m feminino: Stine Nielsen (DEN);

Fossa olímpica feminino: Janice Teixeira (BRA), Satu Makela-Nummela (FIN) e Gaby Ahrens (NAM).

Skeet feminino: Daniela Carraro (BRA), Morgan Craft (USA), Elena Allen (GBR) e Amber Hill (GBR).

TRIATLO

Federação Internacional: ITU

Tanto o triatlo masculino como o feminino serão disputados por 55 atletas. O Brasil tem uma vaga em cada e dois homens e duas mulheres serão convidados. Cada país pode ter no máximo três homens e três mulheres na disputa. Os países dos campeões continentais garantem uma vaga. Os países dos três primeiros no Pré-Olímpico, idem. Outras 39 vagas virão do ranking mundial, bem como as últimas cinco que serão destinadas, uma para cada continente, também através do Ranking.

VELA

Federação Internacional: ISAF

A vela se divide em 10 competições. Entre parenteses, o número de vagas concedidas. Uma mista, nacra 17 – multicasco (20), cinco masculinas e quatro femininas – RS:X – prancha à vela masculino (36), RS:X – prancha à vela feminino (26), Laser – barco individual masculino (46), Laser Radial – barco individual feminino (37), Finn – barco individual pesado masculino (23), 470 – barco de dupla masculina (26), 470 – barco de dupla feminina (20), 49er – Skiff masculino (20) e 49er FX – Skiff feminino (20). O Brasil tem uma vaga em cada categoria e cada país pode ter apenas um barco por prova. As cotas também são conquistadas pelos atletas em competições oficiais e repassadas para os países. Metade dessas vagas foram conquistadas no Mundial de Vela de 2014. O de 2015 concedeu três vagas para as provas mistas, femininas (menos RS e laser) e 49 masculina, quatro para a laser feminina e a finn masculina e seis para as demais. As outras vagas ficam para os torneios continentais. Na maioria delas, uma por Continente. Na RS e laser masculina e na laser feminina, América, África, Ásia e Europa tem duas vagas. As duas provas laser terão dois convidados cada.

Classificados – RS:X – prancha à vela masculino: Ricardo Santos (BRA), Pierre Le Coq (FRA), Piotr Myszka (POL), Dorian van Rijsselberghe (NED), Andreas Cariolou (CYP), João Rodrigues (POR) e Jean-Marc Gardette (SEY);

Laser – barco individual masculino: Rutger van Schaardenburg (NED), Kacper Zieminski (DEN), Nick Thompson (GBR), Pavlos Kontides (CYP), Juan Ignacio Maegli (GUA), Kacper Zieminski (POL), Stefano Peschiera (PER), Karl-Martin Rammo (EST), Milivoj Dukic (MNE) e Rodney Govinden (SEY);

Finn – barco individual pesado masculino: Jorge Zarif (BRA), Giles Scott (GBR), Jonathan Lobert (FRA), Max Salminen (SWE), Tapio Nirkko (FIN), Pieter-Jan Postma (NED) e Deniss Karpak (EST);

470 – barco de dupla masculino: Bruno Bethlem e Henrique Haddad (BRA), Mathew Bechler e William Ryan (AUS), Luke Patience e Elliot Willis (GBR), Anton Dahlberg e Fredrik Bergstorm (SWE) e Joonas Lindgren e Niklas Lindgren (FIN).

49er – skiff masculino: Gabriel Borges e Marco Grael (BRA), Nathan Outeridge e Iain Jensen (AUS), Jorge Lima e José Costa (POR), Ryan Seaton e Matt McGovern (IRL) e Pawel Kolodzinski e Lukasz Przybytek (POL).

RS:X – prancha à vela feminino: Patrícia Freitas (BRA), Charline Picon (FRA), Maayan Davidovich (ISR), Brony Shaw (GBR), Malgorzata Bialecka (POL), Lilian de Geus (NED), Tuuli Petaja-Siren (NED) e Ingrid Puusta (EST);

Laser radial – barco individual feminino: Fernanda Decnop (BRA), Marit Bouwmeester (NED), Josefin Olssen (SWE), Tuula Tenkanen (FIN) e Alisson Young (GBR)

470 – barco de dupla feminina: Ana Barbachan e Fernanda Oliveira (BRA), Hanna Mills e Saskia Clark (GBR), Afrodite Kyranakou e Anneloues van Veen (NED) e Agnieszka Skrzyspulek e Irmina Gliszczynska (POL);

49er FX – Skiff feminino: Martine Grael e Kahena Kunze (BRA), Giulia Conti e Francesca Clapicich (ITA), Claire Blom e Nina Keijzer (NED), Lisa Ericson e Hanna Klinga (SWE) e Sarah Steyaert e Aude Compan (FRA).

Nacra 17  – multicasco: Samuel Albrecht e Isabel Swan (BRA), Jason Waterhouse e Lisa Darmanin (USA) e Coen de Koning e Mandy Mulder (NED).

grand-slam-volei-de-praia-classificacao-rio-2016VÔLEI DE PRAIA

Federação Internacional: FIVB

O vôlei de praia masculino e feminino será disputado por 24 duplas. Cada país pode ter até duas duplas em cada competição. O Brasil tem uma dupla assegurada em cada disputa por ser sede e também outra por ter vencido, tanto no masculino quanto no feminino, o Mundial de 2015. O ranking olímpico com pontos computados de 1 de janeiro de 2015 a 13 de junho de 2016 classifica outras 15 duplas (os países recebem a vaga e repassam à dupla que quiserem). Cada um dos torneios continentais classifica uma dupla e a Copa Continental, disputada apenas por países que ainda não tenham atingido a cota máxima, dá vaga a mais duas duplas por gênero.

Classificados – feminino: Talita Antunes e Larissa França (BRA) e Ágatha Bednarczuk e Bárbara Seixas (BRA).

VOLEIBOL

Federação Internacional: FIVB

Para encerrar, o vôlei. Serão 12 times tanto no masculino como no feminino. O Brasil, na condição de sede, tem vaga garantida. Nos dois casos, a regra para as outras 11 vagas é igual. A Copa do Mundo classificou dois times. Os pré-olímpicos continentais, todos em 2016, classificam um time de cada continente. O Pré-Olímpico asiático é, na verdade, o Pré-Olímpico Mundial, onde o melhor time da Ásia se classifica. Esse torneio também classifica três outros times. Os melhores não-classificados para o Pré-Olímpico Mundial de cada continente (exceção feita à Europa) disputam o Pré-Olímpico Intercontinental.

Classificados – Masculino: Brasil (BRA), Estados Unidos (USA), Itália (ITA) e Argentina (ARG); Feminino: Brasil (BRA), China (CHN) e Sérvia (SRB).

Leonardo Dahi e Rafael Rafic