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Aos 50 anos, falece o denominado “Rei do Pop”, Michael Jackson.

Não vou falar do cantor, até porque gostava muito da fase “Motown”, ou seja Jackson Five; mas o restante, como quase todo o pop americano, não era muito de minha preferência.

Queria traçar um paralelo com outro rei, falecido com praticamente a mesma idade (49) e com uma vida pessoal tão conturbada quanto: Garrincha.

Ambos tiveram dificuldades em transpor para as suas vidas pessoais o talento com o qual tiveram o dom de cativar as massas. Ambos buscaram a sua fuga e a sua paz em apoios fugazes, a bebida em um caso e o consumismo em outro. Ambos não se aceitavam como seres humanos tanto quanto quaisquer um de seus súditos.

Garrincha e sus pernas tortas, Michael Jackson e sua pele negra. Ambos não aceitavam suas condições, e transformaram a vida em uma sucessão de efêmeros. Jamais deixaram de ser criança.

Por serem crianças na alma, talvez não estivessem devidamente preparados para a fama, ou para a “vida real”. Pena.

Entretanto, deixaram indelével marca, eterna marca nos corações e mentes dos fãs.

Infelizmente, nem um nem outro puderam ter a velhice tranqüila que mereceriam. Mas os mitos nunca envelhecem.

Descanse em paz. Rest in peace.

6 Replies to “Michael Jackson e Garrincha”

  1. É somente agora, ao chegar em casa, vendo o Jornal da Globo que tomo conhecimento do falecimento do Michael Jackson. Estou paralisado, quase não acreditando em tudo isso. Sempre fui fã de Michael. Tenho até hoje alguns LP’s da época. Triller é um marco para mim e o passo que ele fazia era uma febre em 1984. Eu tinha 11 anos e ele era um dos meus ídolos. Os clips eram uma atração a parte e até hoje eu lembro da letra completa de USA FOR AFRICA.

    Depois entrou numa fase descendente e ultimamente esteve envolvido em fatos lamentáveis. Mas o mito Jackson era insuperável. Eu assistia, quando criança, dos desenhos dos Jackson Five que foi veiculado nos Estados Unidos em 1971.

    Inacreditável realmente é a palavra certa para a notícia de sua morte. Inesperado. Michael Jackson foi um divisor de águas na divulgação e aceitação da cultura negra no mundo. Se hoje patricinhas e mauricinhos curtem hip hop na Rua das Marrecas e baile funk nas boates da Barra se deve também ao mito Jackson. Acho que sem ele o caminho não seria tão abreviado como foi.

    Quanto ao Garrincha, eu só o conheci de verdade em 1983 quando assisti o cortejo de sua morte na Avenida Brasil (Eu tinha 10 anos). Fui conhecendo depois com o tempo, principalmente depois que tive acesso aos poucos acervos de suas partidas. Mas Jackson foi uma parte viva da minha vida, da minha infância e da minha adolescência.

    Apesar de todas as coisas ruins que aconteceram com o Michael e por causa dele também, eu separo o ser humano do mito. E é o mito que reverencio. Apenas o mito, pois o ser humano eu não conheci nada além do que me mostravam as reportagens.

  2. Michael realmente era um mito nao peguei o seu inicio com os Jackson’s Five, mas pude acompanhar sua fase a partir da carreira solo , dancei muito Triller fazia a coreografia aprendi a fazer o moonwalker e tudo mais!!

    é com imensa tristeza que recebo a noticia de sua morte, porque me leva de volta a infancia a uma época que sinto muita saudade.

    separei o homem Michael do mito, após assistir um documentario sobre ele em que justificavam seu desejo pela plástica principalmente no nariz, por nao gostar de se olhar no espelho e se ver tão parecido com o pai que segundo o documentario o mal tratava, e em uma entrevista em que ele já com vitiligo diz ao entrevistador que nao desejava ser branco mas que sofria dessa doença e que o fato das pessoas acharem que ele renegava sua cor o machucava muito.

    Minha mãe sofre de vitiligo e como o Michael optou pela despigimentação da pele por nao termos condiçoes de fazer o tratamento para voltar a pigmentação anterior fora a dificuldade em viver com manchas que chamava muito a atençaõ, sofremos muito ela mais ainda por isso sei o que Michael sofreu.

    Por isso chorei e choro com sua morte, mas vai o homem e fica o mito.

    Como dizia uma frase do samba da portela “Quem foi amado ou odiado na memória , saiu da vida pra entrar pra historia”
    Mauricio Poeta

  3. hahahaha mas ha de convir que esse é um verso bacana, bem construído, o resto do samba que nao acompanhou

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