Entre os meses de junho e julho, o Brasil receberá o último dos grandes eventos previstos para esta segunda década do Século XXI: a Copa América de futebol, que deveria ter se realizado em 2015 no Brasil, mas ficou para 2019 após uma troca com o Chile – que sediou naquela oportunidade.

Obviamente, é um momento diferente no país e a própria crise econômica que o Brasil vive impacta diretamente na atratividade da competição ao grande público e, consequentemente, na venda de ingressos.

Isto se reflete no processo de venda das entradas, que anda em um ritmo mais lento que o das competições anteriores. A ponto de, na última quarta-feira, o locutor de Peñarol e Flamengo ter feito comercial da venda das entradas durante a transmissão da partida.

Serão cinco sedes, com seis estádios: São Paulo (Morumbi e Itaquerão), Porto Alegre (Arena do Grêmio), Salvador (Fonte Nova), Belo Horizonte (Mineirão) e o Rio de Janeiro (Maracanã). Ainda que a final seja no Maracanã, São Paulo é a cidade mais importante da competição,  tendo dois estádios, recebendo a partida de abertura, ao menos duas partidas do Brasil e ao menos uma da Argentina.

Os únicos jogos com entradas esgotadas no dia de hoje são as partidas do Brasil na primeira fase contra Peru e Venezuela. Argentina e Colômbia e a final tem ingressos disponíveis apenas na categoria 1, a de maior precificação. Praticamente todas as demais partidas ainda tem entradas disponíveis em todas as classes de preço – uma ou outra está esgotada neste momento na categoria mais barata.

Aqui no Rio de Janeiro o Maracanã será a sede, recebendo cinco partidas: três jogos da fase de grupos, uma das quartas de final e a grande final, dia 7 de julho. Mais uma vez, repetindo o comportamento de todas as últimas competições envolvendo a seleção principal, o Rio de Janeiro somente verá a seleção brasileira se esta chegar à final.

Aliás, caso o Brasil não chegue à grande decisão, entre 27 partidas oficiais que a seleção terá feito em território brasileiro entre 2013 e 2019, apenas uma terá sido aqui no Maracanã: a final da Copa das Confederações de 2013 (imagem acima). O Brasil foi o único país sede a não jogar no palco principal da competição na história das Copas do Mundo.

Além do Brasil, a Argentina também só jogará no Rio de Janeiro se chegar à final, e a Colômbia, se não for a segunda colocada de sua chave, idem. O único cabeça de chave a passar por aqui será o Uruguai, ainda assim na terceira rodada e com risco de chegar já classificado e poupando jogadores. Além disso, o Rio de Janeiro será a única cidade a não receber campeão de grupo na partida de quartas de final que sediará.

Os ingressos estão à venda no site https://ingressos.copaamerica.com/#!/home

As entradas custam a partir de 60 reais (categoria 5, em pé em alguns estádios, fase de grupos) a 890 (final, categoria 1). Neste estágio de vendas, não há mais a opção de entrega em domicílio, como havia na primeira fase de venda de entradas. Há parcelamento, mas com juros.

Retornarei ao tema em um segundo artigo, mas na data de hoje se anunciaram os pontos de venda e troca de ingressos nas cidades-sede. A expectativa é de que estes postos de venda e troca de entradas para quem não solicitou a entrega em domicílio entrem em operação na data de hoje, 10 de maio.

Com as competições de clubes paradas, é uma boa opção àqueles que desejarem acompanhar uma competição de futebol, com diversos destaques atuando por suas respectivas equipes.

Por exemplo, o Flamengo, meu time, deverá ter convocados nas seleções paraguaia, colombiana, peruana e uruguaia, o que é mais um motivo para nós rubro negros adquirirem ingressos – somente a Colômbia não tem passagem garantida pelo Rio de Janeiro.

{N.do.A.: com alterações, esta é a minha coluna no site Redação Rubro Negra.]

Imagens: Blog Ouro de Tolo

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