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A obra prima

Cr7

Sem dúvidas o momento mais marcante do futebol é o gol. É aquele momento que esperamos em um jogo, de maior excitação e que nunca esquecemos. Vários foram os gols sublimes na história e não tem nada mais sublime que o gol de bicicleta.

É sublime, é difícil, é plasticamente lindo. É o tipo de gol que todo moleque sonha em fazer. Ninguém sabe quem inventou o gol de bicicleta, mas ele foi consagrado por Leônidas da Silva. Como eu disse é um movimento difícil, que exige habilidade e força além de precisão no alcance da bola e cuidado na hora de finalizar a jogada sem se machucar.

Um gol desses é raro. Lembro do gol de Pelé pelo Cosmos que é considerado o gol de bicicleta perfeito. Também lembro do famoso gol de Rivaldo pelo Barcelona, do Ibra pela seleção da Suécia, Renato pelo Flamengo contra o América de Três Rios..Evidente que tem muito mais, mas lembrei desses.

Tudo isso foi para dizer o quão magnífico foi o gol de Cristiano Ronaldo pelo Real Madrid contra a Juventus. Cristiano já está na história do futebol, mas por incrível que pareça ainda consegue surpreender e se reinventar. Com trinta e três anos, já chegando a uma idade avançada para um super craque e começando mal a temporada como eu mesmo disse no artigo sobre De Bruyne, Cristiano Ronaldo prossegue no topo, fazendo história e sendo assunto.

Felizes somos nós que vivemos na era de Cristiano Ronaldo. Felizes também por vivermos na era de Lionel Messi e felizes por existir essa rivalidade.

Vejo muitos comentários quando um dos dois brilha que devíamos desfrutar da existência dos dois e esquecer a rivalidade. Bobagem, devemos desfrutar dos dois é celebrar a rivalidade.

A rivalidade fez Senna querer vencer Prost e vice versa fazendo deles monstros sagrados. A rivalidade fez CR7 se superar, treinar, virar uma máquina para poder competir com Messi. A rivalidade não deixa Messi se acomodar.

Rivalidade provoca obras primas como vimos em Turim e assim o futebol sobrevive.

E os moleques continuam sonhando.

Twitter – @aloisiovillar

Facebook – Aloisio Villar

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