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Dando sequência à nossa série sobre Orlando, temos o primeiro dos artigos sobre os parques da Disney. Hoje, as acomodações nos resorts e algumas dicas; no próximos, os parques, um a um em posts específicos.

Como escrevi em artigos anteriores da série, optei por dividir a viagem em duas “pernas”. Na primeira, fiquei hospedado na International Drive e fiz os parques da Universal e os do complexo Discovery Cove. Para a segunda e última parte, optei por trocar de hotel e me hospedar em um dos resorts do complexo Disney.

O leitor deve estar perguntando o porquê disso. Explico.

20150303_133510Hospedando-se dentro do complexo pode-se adquirir junto o pacote de refeições da Disney, que, grosso modo é composto por café, almoço e jantar em um esquema de “pontos”. Além disso, tem-se direito aos chamados “snacks”, que são coisas como água, uma fruta ou uma pipoca, dentro deste plano.

A vantagem é poder pagar ainda no Brasil, em reais (e, no meu caso, em um câmbio bem mais favorável) e de forma parcelada como eu fiz. Outra vantagem é que os almoços dentro dos parques que relatei no artigo anterior acabaram saindo mais baratos do que se pagasse na hora, em dólares – em reais, então, nem se fala.

Outras vantagens são não pagar o estacionamento nos parques (só nisso economizei uns 100 dólares, por baixo) e em certos dias e parques poder ter o horário estendido. Além disso, a pulseira (chamada de “magic brand”) que se recebe quando da hospedagem facilita bastante o trâmite dentro dos parques, não somente para a entrada como nas próprias lojas.

20150303_133209Fiquei hospedado no “Disney Art of Animation”, que é um dos mais simples do complexo e que é formado por quatro grandes blocos e suas decorações temáticas: o do Rei Leão, o do Nemo, o dos carros e o da Pequena Sereia, onde ficamos hospedados. Cada bloco possui quatro andares, com cerca de 100 apartamentos em cada pavimento.

Os quartos não são muito grandes, mas possuem decoração temática e são suficientes para uma família com dois adultos e duas crianças, como viajei. Camas macias, chuveiros quentes, limpeza, um refrigerador (que mais conserva as bebidas que propriamente gela) e para o perfil dos visitantes isso é suficiente.

Uma curiosidade é que a televisão, além dos vários canais de desenhos e seriados da Disney, possui diversas opções dedicadas aos esportes: seis canais da Espn (que pertence à Disney), o canal da MLB (baseball) e o NFL Network – que aqui no Brasil somente tenho disponível no Game Pass, serviço de streaming que assino. Este último, com a NFL em sua longa “offseason”, dedicava-se a replay de jogos e a projeções do draft dos novos jogadores, a se realizar no final de abril.

20150305_104603Nosso apartamento era um pouco distante da sede do resort, onde se faz o check-in e as refeições, mas o serviço de bagagens levou e trouxe até o apartamento onde ficamos. Demos sorte de fazer o check in em português, com uma carioca de Nova Iguaçú e que não perdeu o sotaque mesmo após muitos anos morando em Orlando.

Quando se faz o check in ganhamos cada um as “magic brands”, que são as pulseiras com as quais temos de estar o tempo todo de estadia (no meu pulso direito, na foto ao lado). Elas servem como chaves do quarto de hotel, como ingressos para os parques, para o débito dos planos de refeição e como moeda: pode-se fazer compras nas lojas e restaurantes tanto no resort como nos parques e pagar com a pulseira.

20150303_133351Como isso funciona: na reserva se cadastra um cartão de crédito – que pode ser trocado durante o período de estadia – e uma senha para a pulseira, que é digitada a cada compra ou débito no plano de refeições que se faz. No checkout ao final da hospedagem o valor total é debitado no cartão de crédito.

Note-se que somente os hóspedes adultos podem fazer compras com suas pulseiras.

Nem tudo que comprei nos parques paguei com a pulseira, mas é útil em algumas situações: por exemplo, quando voltei de uma das atrações no Animal Kingdom e estava sem a carteira (uma das montanhas russas), me interessei por um boné e o comprei com a pulseira.

Outra vantagem é poder utilizar o sistema de transporte entre os resorts e os parques e entre estes. Na prática, o carro só será necessário caso o leitor hospedado dentro do resort queira sair dele durante sua estadia. Eu mesmo, embora tenha ido fazer compras durante este período pelo menos duas vezes, devolvi o carro dois dias antes sem problema algum.

20150310_000637Os ônibus tem intervalos razoáveis e funcionam até mais ou menos duas horas após o fechamento dos parques. No Magic Kingdom, por exemplo, eles deixam bem mais perto da entrada que se for de carro – o que demanda pegar um “trem-ônibus” e um ferryboat do estacionamento à entrada do parque.

Com a hospedagem nos resorts da Disney também há a opção de traslado ao aeroporto em um ônibus, de modo que o carro não se faz necessário. Um dia antes da partida eles avisam o horário do seu ônibus, o qual achei um pouco apertado para ainda fazer check in na cia aérea – mas foi suficiente, apesar das desventuras do despacho de bagagem que relatei anteriormente. Tudo incluído no preço do pacote.

Vale lembrar que para algumas companhias aéreas o checkin e o despacho de bagagens podem ser feitos ainda no hotel. Das companhias que atendem o Brasil a American Airlines e a Delta estavam incluídas nesta facilidade.

20150310_002620O restaurante do hotel não tinha muita variedade, mas era funcional. Entre opções de sanduíches, massas e pratos quentes há umas 15 opções adultas e umas seis ou sete infantis. Mas, chegando cansado à noite dos parques, tudo o que se quer é uma refeição rápida mesmo.

Sobre o café da manhã nem posso falar muito, porque utilizei o serviço no hotel apenas na primeira manhã: como não acordávamos exatamente cedo, íamos diretamente para os parques.

O plano de refeições funciona da seguinte forma: cada tipo de refeição poderia consumir um ou dois pontos (se fosse em serviço à la carte). Consistia em um prato com acompanhamentos ou um sanduíche ou uma massa, uma bebida não alcoólica e uma sobremesa.

20150308_152502Além disso, um número determinado do que eles classificam de snacks, que podiam ser consumidos tanto o hotel como nos parques. Estes snacks eram bastante úteis especialmente para o consumo de bebidas (água e refrigerante) nos dois dias do Magic Kingdon e no dia do Hollywood Studios, que estavam bastante quentes.

Os almoços a la carte a que me referi no artigo anterior consumiam o equivalente a duas refeições no sistema de pontos que eles adotam, mas no nosso caso acabaram sendo compensados pelo fato de que não tomei café da manhã. No fim das contas gastamos exatamente o que contratamos.

O restaurante do hotel não tinha era muita variedade de cervejas: além das inefáveis Budweiser, Coors e Bud Light, Heineken e uma artesanal local. Mas pode-se levar de outros lugares, como acabei fazendo. A loja de produtos oficiais tem uma boa variedade de artigos e algumas conveniências como certos tipos de remédios e coisas correlatas.

20150308_153724Uma curiosidade é que muitos americanos, nos dias de sol, acabavam ficando nas piscinas do hotel durante o dia, indo para os parques – em especial o Magic Kingdom – apenas mais tarde.

Sobre Downtown Disney falei um pouco no artigo anterior, então serei breve: vale uma visita pelos restaurantes e pelas lojas. Recomendo estacionar no edifício com vagas cobertas, que deixa um pouco mais perto do centro da “downtown”.

20150308_141201Esta “city walk” tem uma megastore de produtos Disney, com uma espécie de “resumo” de tudo que se acha nas diversas lojas temáticas dos parques. Chama a atenção a pouca variedade de produtos dedicados ao Pateta, para a minha infelicidade- apesar da loja temática de doces do personagem que há em Downtown Disney.

Como o castelo da Cinderela estava fechado até o dia 7 de março, nesta megastore também estava o serviço do “Bibbidi Bobbidi Boutique”, que é uma espécie de cabeleireiro onde as meninas colocam suas roupas de princesas – sugiro comprar fora os vestidos, é mais barato – e fazem unhas, maquiagem e os cabelos à moda de princesas. Além do horário agendado para minhas filhas, no período do almoço, ter “matado” a programação do resto do dia – que acabou dedicado a compras – achei sinceramente o serviço um pouco caro para o que oferece. Embora saibamos que sonhos não tem preço.

No próximo artigo, como dito no início, abordo o Magic Kingdom.

4 Replies to “Orlando: Disney – Hospedagem e Dicas”

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