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Essa é da série que, como diria o Marco Aurélio Mello, são “histórias de ficção”.
Digamos que uma grande universidade brasileira tenha feito seleção para ingresso de mestrandos em determinado curso. Em uma seleção destas, são aceitos candidatos com origem de graduação de todas as instituições a oferecer cursos que atendam aos requisitos de determinado mestrado.
Também tomemos como fato que os candidatos a mestrandos tenham de apresentar um projeto de dissertação a ser desenvolvido durante o curso, muitas vezes derivados dos trabalhos finais apresentados no final da graduação.
Pois é: dos dez aprovados após as provas, entrevistas e análise de currículos, oito fizeram graduação no mesmo departamento da grande universidade que oferece o referido curso de mestrado.
Mais: destes oito, cinco foram orientados no trabalho final de graduação por  professores da banca julgadora do concurso.
Restaram dois aprovados, certo ?
Um deles veio com o projeto de dissertação já acertado para ser orientado por um dos professores da banca, e o outro é um jornalista estrangeiro que presta serviços de tradução a este departamento, por um lado, e consegue livros importados na referida língua, por outro.
Mais: como a classificação acabou exatamente desta forma ? A diferenciação foi feita pela nota da prova; a suspeita é de que tais foram ‘corrigidas’ tendo ao lado o currículo dos candidatos. Como se diz em contabilidade, a boa e velha “marreta”.
Isto é Brasil. Mas, se me perguntarem se é verdade, nego até a morte.

4 Replies to “Ficção Universitária”

  1. E no Brasil arcaico o QI (QUem Indica) continua sendo a melhor moeda de troca e f* o profissionalismo e merecimento.

    Cadê o post sobre o Flamengo e seu quase-suposto-campeonato-na-mão?

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