Esta semana é muito especial para todos nós que curtimos o Ouro de Tolo, este espaço democrático e importante criado há exatos dez anos pelo querido amigo Pedro Migão, e do qual faço parte, com idas e vindas, desde 2012.

Quem acompanha o blog sabe que infelizmente não consigo manter a assiduidade que eu gostaria devido às minhas atribuições profissionais e pessoais, mas, dentro do possível, tento manter minha ligação com o OT, algo muito valioso para mim.

Ao longo desse anos, o OT me permitiu descobrir um novo caminho para escrever, sobre o nosso estimado Carnaval e as escolas de samba. Além de algumas colunas isoladas sobre o tema, o OT levou a mim, em conjunto com o Migão, de escrever uma série, a “Trinta Atos”, depois atualizada como “Histórias do Sambódromo”, que vai virar livro, se Deus quiser, na virada deste para o próximo ano – tão logo possamos revelar mais detalhes, o faremos.

No mais, o OT cumpre um papel muito legal que é o de reunir neste espaço colunistas de diferentes perfis, seja um economista, como o Migão, ou jornalistas, como eu e o Carlos Gil, e sambistas/dramaturgos, caso do querido Aloisio Villar, além de outros amigos de distintas profissões.

Mais do que isso, uma marca do OT sempre foi total liberdade de expressão para seus articulistas. Seja no tema de cada coluna, ou mesmo no desenvolvimento de cada post. Lamentavelmente, devido aos desdobramentos políticos dos últimos anos, decidimos em conjunto por enquanto manter o OT abordando mais o Carnaval e o esporte em geral.

Não sabemos como serão nossos próximos dias, meses ou anos. O que garantimos é que o OT seguirá firme e forte por muitos e muitos anos. 

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